Desde da entrada dos Mystic Prophecy numa espécie de evil power metal, a banda que lançou alguns discos fenomenais como «Savage Souls» e «Fireangel» tem aqui o seu momento menos bom. Qual o problema? Essencialmente a qualidade individual das canções parece-me bem inferior às dos discos anteriores, mas também a opção de se tornarem num grupo cada vez mais agressivo. O disco começa até bastante bem como o tema título a meio-tempo e um refrão extremamente orelhudo, mas «Die Now!!!» que traz à memória uns Testament da fase «Demonic» é um completo tiro ao lado. O disco vive muito neste dicotomia, entre partes meio-tempo e partes desajustadamente desaceleradas no mesmo tema, como por exemplo em «Endless Fire». Tudo bem, quando uma banda consegue colocar várias influências numa música, mas é essencial que o tema funcione, coisa que em «Ravenlord» não acontece. O positivo do disco continua a ser a capacidade exímia dos Mystic Prophecy em conceber bons refrões que valem muitas vezes por toda a canção como é caso de «Endless Fire», «Hollow» e «Wings of Destiny». Mas como disse logo no início o maior problema de «Ravenlord» é que comparativamente a «Fireangel» e «Savage Souls» não possui nenhum tema exuberante, daqueles a que ficamos colados à primeira audição. «Ravenlord» quer tanto ser um disco poderoso e agressivo, que se esquece que os temas vivem não só de peso e brutalidade, mas muito mais de algo que as faça perdurar no tempo. Nesse sentido «Ravenlord» pode até ter alguns bons refrões aqui e ali, mas nenhum comparável à força dos temas daquele que vai continuar a ser o magnum opus dos Mystic Prophecy, «Fireangel». 6/10Monday, November 28, 2011
MYSTIC PROPHECY - «RAVENLORD»
Desde da entrada dos Mystic Prophecy numa espécie de evil power metal, a banda que lançou alguns discos fenomenais como «Savage Souls» e «Fireangel» tem aqui o seu momento menos bom. Qual o problema? Essencialmente a qualidade individual das canções parece-me bem inferior às dos discos anteriores, mas também a opção de se tornarem num grupo cada vez mais agressivo. O disco começa até bastante bem como o tema título a meio-tempo e um refrão extremamente orelhudo, mas «Die Now!!!» que traz à memória uns Testament da fase «Demonic» é um completo tiro ao lado. O disco vive muito neste dicotomia, entre partes meio-tempo e partes desajustadamente desaceleradas no mesmo tema, como por exemplo em «Endless Fire». Tudo bem, quando uma banda consegue colocar várias influências numa música, mas é essencial que o tema funcione, coisa que em «Ravenlord» não acontece. O positivo do disco continua a ser a capacidade exímia dos Mystic Prophecy em conceber bons refrões que valem muitas vezes por toda a canção como é caso de «Endless Fire», «Hollow» e «Wings of Destiny». Mas como disse logo no início o maior problema de «Ravenlord» é que comparativamente a «Fireangel» e «Savage Souls» não possui nenhum tema exuberante, daqueles a que ficamos colados à primeira audição. «Ravenlord» quer tanto ser um disco poderoso e agressivo, que se esquece que os temas vivem não só de peso e brutalidade, mas muito mais de algo que as faça perdurar no tempo. Nesse sentido «Ravenlord» pode até ter alguns bons refrões aqui e ali, mas nenhum comparável à força dos temas daquele que vai continuar a ser o magnum opus dos Mystic Prophecy, «Fireangel». 6/10
Subscribe to:
Post Comments (Atom)


0 comments:
Post a Comment